Com poucas exceções, qualquer pessoa que tenha o desejo de ser induzida ao estado hipnótico o poderá ser. Contudo, os que não têm esse desejo, provavelmente deverão evitar a sua prática. A hipnose não é um desafio, na realidade praticamente todo o processo é desencadeado pela própria pessoa, assim, em última análise toda a hipnose será uma auto-hipnose.As pessoas que sofrem de qualquer forma de deficiência mental poderão não conseguir cooperar o suficiente com o terapeuta para que se alcance o resultado desejado. Da mesma forma, os que no momento estiverem sob a influência do álcool, drogas ou de outros sedativos poderão ter as suas faculdades mentais debilitadas, dificuldade de focalizar a sua atenção e consequentemente não conseguirem desenvolver um raciocínio de acordo com o colocado pelo terapeuta, dificultando a sua indução hipnótica.

Todos nós somos diferentes, mas, em geral, as pessoas experienciam uma sensação de relaxamento e bem-estar. Encontram-se entre o estado de vigília e o sono fisiológico, não estão completamente adormecidos, nem totalmente acordados.

Se surgir algum ruído que lhe pareça familiar a pessoa ouve, mas não liga e provavelmente, não interfere com o seu estado hipnótico. Se, no entanto, acontecer algo alarmante, a pessoa tenderá a despertar logo nesse momento.

A hipnose não é sinónima de perda de consciência, caso contrario não ocorreria terapia.

É difícil responder de uma forma precisa a esta pergunta, pois o tratamento varia de pessoa para pessoa e das patologias a elas associadas. Mas, em linhas gerais, em cinco ou seis sessões, consegue-se muitas vezes resultados bastante satisfatórios (existem no entanto casos pontuais em que uma ou duas sessões são o suficiente). Em casos patológicos específicos, é normalmente necessário um maior número de sessões que se adequem à especificidade única de cada pessoa. Sendo, que cada vez mais recorrem a esta terapia pessoas sem nenhuma doença específica, na procura constante do auto-conhecimento, da paz interior e do equilíbrio físico e mental.

A hipnoterapia visa encontrar a raiz dos problemas, para aí serem compreendidos e integradas formas mais funcionais de pensar, sentir e comportar. Através dos estados modificados de consciência a mente inconsciente tende a torna-se mais observável e aflora-se os recursos terapêuticos, naturais de cada pessoa.

Se tiver dúvidas, poderá questionar-nos por e-mail, por telefone ou pessoalmente, sem nenhum compromisso ou encargo, pretendemos dar um atendimento personalizado, adequado a cada caso.

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A lavagem é o ato ou efeito de lavar, tirar as impurezas e purificar. Se este termo se refere a uma alteração de raciocínio da realidade pessoal, podendo libertar a pessoa de pensamentos disfuncionais, substituindo-os por outros mais funcionais que a possibilitem de ter uma vida feliz e saudável, então as técnicas de hipnose, nessa situação específica, poderão facilitar essa pseudo-lavagem. Contudo, se esta acontecer, terá de ser feita única e exclusivamente pelo próprio e não pelo hipnólogo.

A livre vontade da pessoa em terapia é sagrada. A função do terapeuta é perguntar e conduzir a pessoa, para que esta encontre por si mesma a resolução dos seus problemas, mas não julgar, invalidar, sugerir ou dar opiniões durante a consulta, sobre a conduta da vida.

Definitivamente não, a hipnose não é sinónimo de sono, como concluiu no século XIX, o Dr. James Braid. É um estado modificado de consciência, intermediário entre a vigília e o sono fisiológico, que se caracteriza por uma alta atividade psíquica, onde o pensamento é articulado de forma intensa e focado.

O estado hipnótico não tem qualquer relação com o grau de inteligência da pessoa. Apenas existem pessoas com maior ou menor sensibilidade à sugestão hipnótica. Estatisticamente, os sujeitos que têm maior facilidade de concentração e de focalização da sua atenção, tendem a ser mais permeáveis à indução hipnótica, isto é, todos aqueles que não sofrem de grandes perturbações mentais, ou estejam sobre o efeito do álcool, drogas ou de outros sedativos. Em síntese, teoricamente quase todas as pessoas, desde que o desejem, são passíveis de ser induzidas ao estado de hipnose.

A utilização de auxiliares hipnóticos é uma prática que vem sendo empregue desde a existência de velhas civilizações. No antigo Egipto, há registos de vários desses utensílios. Anton Mesmer servia-se de uma enorme tina de madeira, com metais e garrafas de água para induzir grupos de pessoas. Um dos seus mais famosos discípulos, o Marquês de Puységur, utilizava uma árvore da sua propriedade com várias cordas penduradas para produzir o mesmo efeito. O Dr. James Braid servia-se do seu brilhante estojo de bisturi para induzir. Mais recentemente o pêndulo de Chevreul tornou-se a imagem estereotipada da indução hipnótica clássica.

Esta imagem, alimentada através de filmes e livros, não corresponde à verdade. Para a indução hipnótica não é imprescindível o uso destes ou outros objetos.